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Observação: Escrevi esse texto no dia 08/03/12 – mas o tempo só me deixo “upa=lo” agora  =P

É tão interessante como é fácil achar que é “analista de mercado” só por que você conhece muitas coisas de um determinado produto. Lembro que já fiz muitas dessas analises – e claro, ainda faço – no mercado dos games. Projeções, erros, acertos. Muito “chutometro”, mas é bem divertido. Vamos brincar aqui também.

Lembro que há alguns anos, eu e meu irmão discutíamos o mercado japonês. A sua estagnação. E isso deve ter ai seus 4-5 anos. Sim, o mercado japonês ta parado há muito tempo para muitas pessoas, principalmente para quem mora desse lado no mundo. Enquanto no Ocidente vimos o surgimento de praticamente de um caminhão de IP’s de médio/grande porte (como Assassin’s Creed, Uncharted, Gears of Wars, Batman entre outras mais), no Japão não temos esse mesmo caminho. Tivemos novas IP’s, que viraram grandes jogos japoneses? Sim, tivemos. Xenoblade no Wii é um grande exemplo, mas mesmo assim é muito pouco para um lugar onde era considerado o paraíso da criatividade dos games.

No Japão, o que mais vemos é o que podemos chamar de “Reciclagem”. IP’s velhas com mecânicas novas. Vimos isso em jogos como Resident Evil – onde tivemos uma mudança gritante no seu gameplay – e outras inúmeras tentativas (que acredito que apenas as que carregam o nome do Mario e Resident Evil fizeram sucesso que esperávamos). Outro ponto é que muitas empresas japonesas estão saindo do Japão e indo para a América, ou “tercerizando”, como é o caso da Capcom e o novo Devil May Cry ou o Kojima Studio – que grande parte da equipe é Ocidental.

Hoje leio uma matéria no Wii-Brasil do Keiji Inafune (criador do Megaman), falando que o Japão está a beira de um colapso e que é necessário mudar. Mas mudar para onde? Será que ele diz em abandonar essas antigas IP’s e passar a criar novas? Pode ser uma saída, mas acredito que isso vai ainda demorar muito para acontecer.

Agora fazendo uma pergunta: Será que a America, onde a criatividade dos games foi parar, se tornará um Japão algum dia? Será que um dia a America será um mercado assim tão fechado, e teremos outro pólo, como a Europa ou até mesmo o Japão novamente? São coisas que o tempo dirá, mas espero que o Japão saia dessa “bolha” e que a America não crie a sua, assim teremos dois mercados fortes, com grandes nomes, e assim teremos grande games. Todos saem ganhando =).

Eu joguei e recomendo– Beat Hazard

Bem, lembro que quando comecei a escrever esse blog, falei que não ia escrever review por dois motivos: dar notas para jogos é algo muito complicado (e de gosto muito pessoal ) e que não seria o foco do blog (já que é um blog mais sobre game design e tal). Mas resolvi entrar nessa onde de fazer review, mas vou fazer de uma forma diferente: falarei sobre o jogo, não darei nota e  será praticamente só de jogos independentes.

 

O escolhido para iniciar essa “sessão” (espero conseguir fazer mais e mais vezes ela) é um shooter que saiu na Steam já faz algum tempo até (abril de 2010). Ele a principio não parece ser muito diferente do que tu já jogou por ai. Mas ele tem suas peculiaridades. A principio, você escolhe uma musica (sim, uma musica no formato mp3 e tal – ele aceita outros formatos, alguns só comprando um dlc para ativar iTunes/aac/mp4/m4a, e a justificativa é para poder comprar as patentes dos formatos – justo, só custa $1,00) e daí escolhe a dificuldade.

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Pronto, o jogo começa usando sua musica para criar os desafios. Velocidade e quantidade de inimigos é um dos desafios. Outra é a intensidade de sua arma, já que ela também depende da música. Isso torna muito interessante, já que cada musica é um desafio, se você tiver uma biblioteca vasta, já tem bastante diversão. Os efeitos visuais são bem exagerados também (se tu tem problemas de fotossensibilidade, não é muito adequado esse tipo de jogo), podendo trazer algumas dificuldades visuais, mas o que torna o jogos as vezes mais desafiante ( ou frustrante, dependendo da sua paciência ).

Em junho do ano passado , ele recebeu um DLC (Beat Hazard Ultra) que aumentou e muito o jogo, trazendo novos modos, inimigos, e multiplayer, podendo aumentar mais ainda a experiência já vivida com ele.

Eu, como sou um grande fã de música (não precisa dizer de games também né =P) gostei muito da proposta do jogo, e acredito que quem goste também, tanto do estilo de jogo quanto de música, vale a pena dar uma olhada.

Link para comprar o jogo: http://www.coldbeamgames.com/buy-beat-hazard.html

Bom dia/tarde/noite “leitores”,

Começou o ano de 2012 e aqui estou eu, atualizando esse blog. Bem, a verdade é que ele andou meio esquecido o ano passado, pois a correria do ano foi extrema (o trabalho estava tudo muito corrido, alguns projetos que não vingaram e por aí vai). Mas comecei o ano de 2012 empolgado, com algumas idéias, tanto para a vida profissional, quanto para este blog.

2012 – Se for o fim, que seja em grande estilo…..

No blog, a idéia é começar a escrever mais, sobre mais coisas relacionadas a games. Não vou fazer reviews de jogos – não foi o intuito, e pensei já em muitas vezes fazê-los, mas vejo que não tenho esse “poder” de decisão – porém devo dizer de tempos em tempos o que ando jogando e comentar o que eu gostei e o que não gostei (sim, minha opinião, nada de coisas muito técnicas e sem notas – é quase um review, só que mais “light” e quem sabe muito mais polêmico =D).

Outra idéia é trazer um “resumo” (até porque devo aumentar o conteúdo) de algo que ando fazendo no Facebook: o “Desafio Gamer de 250 dias”. A brincadeira lá é essa: cada dia postar um jogo, seguindo o “tema do dia” (que eu já falei, vou quebrar essa regra e nem sempre seguirei a risca o que o tema pede). Acredito que vou poder viajar bastante, contar certas experiências e vontades que tive nesses meus longos anos de experiência com games.

Sobre os projetos: tenho um que está em andamento, trarei notícias dele em breve. É um velho conhecido de vocês, leitores, mas que ficou um tempo hibernando para voltar de um jeito diferente. Também tentarei montar o post do projeto “Chaninho” – para quem leu os primeiros posts deve saber do que estou falando. Vou tentar juntar algumas informações, depoimento da galera que trabalhou nele e etc. Foi uma experiência bem legal para mim, acho que pode ser uma boa história.

Bom, é isso. O ano está no seu começo (até porque o Brasil só funciona direito mesmo depois do Carnaval) e espero que esse ano o blog consiga trazer boas histórias. E claro, aceito sugestões da galera, com temas ou até textos prontos (e pode deixar, darei devidamente os créditos aos textos).

Abraços galera gamer.

Ola galera que acompanha o blog. Depois de muito tempo sem escrever, volto a aparecer aqui. Muita coisa mudou desde que escrevi aqui pela ultima vez – me formei, agora sou o Eng. Igor Leão Câmara Felga e arrumei um emprego, não é na área de games, mas é bem legal. Mas não vim aqui para falar disso. Não sei se o pessoal que acompanha o blog me segue no twitter (acho que nem todo mundo), mas nos últimos dias venho dizendo sobre o Projeto GMA. Hoje irei apresentá-los a vocês.

Eu, mais um pessoal do curso da @Escola_Saga resolvemos começar um novo projeto (o T.H.O.R está hibernando por tempo indeterminado =P – mas um dia a gente termina ele, eu espero ). A idéia do jogo é simples, mas vou deixar um dos nossos roteiristas, o @shardsoflegend, contá-la:

Attacky Alípio Armstrong era um cara como qualquer outro. Ele tinha amigos, gostava de brincar e não ligava muito pra escola. Mas ele tinha um tesouro querido, seu maior passatempo e diversão: videogames.

Ele cresceu ao lado dos jogos, comprando novos consoles, e era muito apegado aos seus ‘amigos eletrônicos’. Claro, com o tempo, ele precisou se dedicar mais aos estudos, saía mais de casa e eventualmente conseguiu um emprego. Porém ele sempre conseguia um tempo pra seguir jogando.

Contudo, uma coisa acabou com isso. Ou melhor, alguém: Daphne. Depois de se apaixonar por ela à primeira vista, Attacky não teve mais tempo para poder jogar nada. E assim a vida seguiu, até os videogames verem que foram esquecidos, e planejarem uma vingança.

Quando Attacky estava fora de casa, eles seqüestraram Daphne e a levaram para o mundo dos games. Attacky então une forças com seu portátil VGP para enfrentar os desafios desse lugar fantástico, passando por cada geração e estilo de jogo, para enfim resgatar Daphne e voltarem para casa.

A equipe é bem legal (somos em 10 pessoas), dividas nas tarefas. Vou postar aqui o twitter deles – alguns nem usam muito, mas podem seguir, enquanto o jogo não recebe meio oficial de comunicação:

@igorfelga – Meu twitter pessoal. Vou tentar falar sobre o jogo e tal. Sempre que tiver alguma novidade, eu devo falar lá;
@shardsoflegend
– Marco, nosso roteirista. Ele fala bastante besteira lá =P – mas deve começar a falar do jogo =D;
@bruno_zorzi – Bruno, ele não fala muito, mas é um dos caras que ficara a cargo da UDk e parte da programação do jogo;
@DanWhichLover – Danilo, nosso desenhista, fala pouco tambem, mas manda muito bem. Nos proximos posts quem sabe não aparece umas imagens bacanas;
@gualourenco – Gustavo, um dos nossos modeladores, tambem vou tentar por trabalhos deles no futuro;

Bem, por enquanto é isso. Vou deixar aqui em baixo, um vídeo de uma apresentação que fizemos para mostrarmos o jogo (ele é o trabalho final do curso que fazemos na @Escola_Saga).

PS: Um obrigado especial ao @shardsoflegend, que ajudo na elaboração do post

Atualizando: Link do blog do nosso amigo @shardsoflegend divulgando o projeto tambem: http://oshardista.blogspot.com/

Algum tempo atrás, postei um video que era basicamente uma viagem entre a história dos video-games.

Era muito interessante o video, só que nele falatava algumas explicações sobre os consoles, certo? Pois bem, agora trago outro link para matar essa curiosidade.

No Consollection você pode ver fotos de varios video-games, e ao clicar neles, você terá algumas informações sobre tal video-game ( pra quem é bastante curioso e gosta disso, vale muito a pena ).

Bora conhece-lo? -> http://consollection.de/

PS: Faz tempo que tenho esse link guardado, e não lembro direito aonde foi que o vi pela 1ª vez, se eu achar/lembrar, prometo voltar aqui e dar os devidos créditos =D

PS2: Achei onde eu vi esse link, no Blog Nerd Somos Noses – excelente blog esse ai, vale a pena conferir

consollection

Não sou um cara que gosta desse lance de fazer campanhas pele internet, assinar petições online e etc. Mas após ver o vídeo desse cara, vejo que o que ele pede não é nada de absurdo ( afinal, ele é como nós, um amante dos games ), e sem essa possibilidade ele não pode continuar a jogar. Esse é o tipo de cara que sempre esta se superando, e jogar videogame do jeito que ele esta jogando não é pra qualquer um.

Bom, se quiser ajudar é só acessar aqui e deixar a sua assinatura.
Aqui você pode acessar o site dele e ver um pouco mais da vida dele

Obs: ando meio ocupado, por isso não ando atualizando o blog, mas prometo que em breve vou trazer algumas coisas interessantes, e quem sabe novas =D

Ganhando Experiência – Final: Um dia eu chego lá….

No ano de 2006 ingressei na faculdade. Engenharia da Computação. A escolha do curso foi simples: gostava de computadores (games na verdade) e não existia um curso especifico para games. Pela 1ª vez tive contato com uma linguagem de programação – a linguagem C.

Neste mesmo ano consegui entrar de vez no mundo dos portáteis – adquiri um Game Boy Advance. Pela 1ª vez joguei um jogo de um portátil num portátil (antes a experiência se resumia a emuladores). Lembro que meu 1º jogo foi TLoZ – Minish Cap. Um dos melhores Zeldas que joguei (se não me engano foi feito em parceria com a Capcom).

Lembro que próximo a isso troquei também de PC e joguei jogos como Call of Duty 4 – Modern Warfare e Gears of War. Excelentes por sinal. Essa época foi marcada por jogos com visuais excelentes e com um ritmo parecido com filmes Hollywoodianos (CoD 4 que o diga) – tendência que segue até hoje, principalmente em jogos HD.

Com o passar do tempo, consegui um DS. E aqui definitivamente eu voltei a jogar videogame como antigamente. Não sei explicar, mas senti aquela “magia” que tinha quando jogava na geração 16 bits de volta. A forma de se joga-lo, utilizando uma interface diferente trouxe pra mim uma nova forma de ver os jogos e tal. TLoZ – Phantom Hourglass traz muitas dessas inovações na jogabilidade, incluindo o uso do microfone e da tela de toque de formas bem legais e variadas.No começo de 2009 adquiri um Nintendo Wii. Nele tambem vi esse lado da inovação na jogabilidade, jogando excelentes jogos como Metroid Prime 3 e No More Heroes.

Com essas novas tecnologias e esse nova vontade de jogar games, decide também reviver um sonho: produzir games. Fui a procura de como produzir games para DS ( ou homebrews ) e comecei a estudar um pouco sobre as formas que existiam. Cheguei a aprender algumas coisas e tal, mas a faculdade tava me tomando muito tempo. E mais uma vez o sonho foi adiado …

Veio então as férias de Junho de 2009, viagem para o Mato Grosso do sul, ida ao Parguai, volta com o PSP =D. No PSP vi games com gráficos muito bonitos para um portatel, conseguindo mostrar que os portáteis estão cada vez mais avançados no quesito Tamanho x Gráficos.

No 2º Semestre de 2009, na Faculdade, tínhamos que desenvolver um projeto de seis meses que tive alguma relação com varias matérias que tínhamos visto até então. Daí veio a ideia: e por que não fazer um jogo? Convencemos tanto parte da sala como o professor (a sala tinha 7 pessoas, e achamos que seria legal um projeto envolvendo todos) e em seis meses de produção tive o que seria a minha primeira experiência na produção de um jogo. Isso me ajudou muito a ver como seria um trabalho tanto em equipe quanto como é complicado pensar em um jogo. (Se der, depois faço um post explicando como foi essa trajetória).

Durante esse mesmo semestre de 2009, ganhei uma bolsa para fazer um curso de desing de Game na SaGa – School of Art ,Games and Animation. Lá to aprendendo alguns conceitos de desenho, modelagem e design para Games (e o 1º resultado é o projeto que estou mostrando aqui no blog).

Enfim, essa é mais ou menos a minha historia, de um simples jogador de games a um cara que resolver fazer games. Quando tiver mais historias e outras coisas, pretendo dizer nesse espaço, e quem sabe, mostrar para pessoas que é possível sim, fazer jogos por que você gosta deles.

O titulo já diz tudo. Muito bom para as pessoas que gostam ou querem conhecer um pouco mais desse incrível mundo. O texto a seguir é a descrição do video:

Last year, Elder-Geek released the definitive video slideshow of consoles, computers, and dedicated game machines. This year, our video editor, Eliot Hagen, updates his original list with a few more entries. Please forgive the quality of some of the photographs. Also, the systems are ordered by release date by year and then sub-ordered alphabetically or chronologically depending on what information was available.

As for the music…well…prepare for a long walk down memory lane. Kudos to you if you can identify the games the tracks come from.

Tem cada coisa nesse vídeo que não se possa imaginar. Sente, preparem a pipoca, pois a viagem é longa =D

Créditos: Comunidade Nintendo Wii Brasil

Bom, como prometi há alguns dias no twitter, vou deixar aqui algumas informações sobre o projeto GameSaga. O Jogo é um trabalho de fim de modulo, onde cada grupo composto por quatro integrantes deveria fazer um jogo demo. A escolha do jogo foi difícil, até acertarmos uma ideia que seja diferente e fugisse um pouco do esquema FPS que já vem na própria Engine. Espero que gostem da ideia.

Nome do Jogo: A ser definido

Gênero: Simulador de Vida

Plataforma: PC

Sinopse: Em uma expedição espacial, uma das naves se perde das outras, ficando a deriva no espaço. A população humana foi tentando vir, e com o passar do tempo a vida se torno difícil. Com isso a população humana inteira morreu, restando apenas os robôs, que a partir desse momento começaram a manter todas as características de uma sociedade humana.

Gameplay: O gameplay se resume ao controle do player e realizar algumas tarefas, tais como estudar, trabalhar. O personagem tem acesso a todo o cenário, e algumas ações dele podem alterar o cenário (como por exemplo, a compra de um objeto e ele estar presente no seu quarto depois, entre outras coisas). O objetivo é com alguns recursos iniciais limitados você consiga evoluir alcançando suas metas.

Imagens:

Video:

Bem, como pode se ver no vídeo, muita coisa pode ser melhorada (e garanto por minha parte que será) e alguma ainda precisão ser finalizadas (algumas texturas, objetos, entre outras coisas). Mas como disse no começo, é um trabalho, logo não podemos fazer certas coisas por falta de tempo mesmo (temos em torno de três meses para fazer esse demo), como alguma animações do personagem e algumas cut-scenes. Acho que o demo em si é mais para mostrar o conceito do jogo, e gostaríamos da opinião de vocês (até com ideia de nome para o jogo, prometo dar os créditos caso algum for escolhido), para podermos cada vez mais melhorar, e quem sabe um dia, chegar a publicar o jogo (nem que seja de graça).

É isso galera, esperem por mais informação.

Bem, esse é o primeiro vídeo do meu projeto que tanto falo. Ele ainda não tem um nome ( chamo ele de Projeto GameSaga pois ele é para um curso que faço na SaGa ) mas já tem algumas coisas e achei que seria legal compartilhar.  A ideia é fazer um simulador de vida, só que em vez de usar pessoas, utilizaremos Robôs (por questões técnicas =P) em uma nave espacial abandonada. No vídeo isso ainda não é possível ver, mas prometo que mais pra frente isso será possível. O Jogo ainda está em fase construção, pode se notar por faltar varias

Sobre o Projeto: Faço curso de Game Desing na Saga. O projeot em si é feito por quatro pessoas ( Eu, Max, Chapola e Alemão – um dia posto a foto da galera ) e é o trabalho do modulo da UDK.

Mais pra frente libero mais informações. ( No twitter também, é só seguir @igorfelga ).

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